Colina morta


A menina atraente e a pessoa e imperceptivelmente familiar. A loira elegante com um bom numero. Pela vista demasiado nao mais do que vinte e cinco, e nao tenta parecer mais jovem, do que e. Decora-se externamente nao brilhantemente, mas coisas caras. Nao ha anel em um dedo, mas, mais provavelmente, se compoe nas relacoes. Quando assente, polidamente cumprimentou o vizinho e nao tentou chamar-se atencao mais.

Tendo sentido em si mesmo uma olhada, virada a cabeca. Bogdan estimou a sua beleza natural e a nobreza de linhas que lembraram a atriz bem conhecida Grace Kelly. Novamente sacudiu-os.

– Nao tem medo?

– Nao, – quietamente e sabiamente o estrangeiro sorriu. – Todos nos morrerao algum dia. Estalar no aviao – nao a morte mais terrivel. Varios minutos de queda livre e todos.

Pelo passo em voz alta solucou para o medo, e muito naturalmente, diferentemente do jogado antes desta realizacao.

– Nao vamos ser sobre o mau, – o homem de negocios deu um voto, abracando a ama e cuidadosamente esticando o seu vidro com a agua.

– Interessantemente, – Bogdan pensativamente disse. – As pessoas a compreensao dele normalmente vem para a idade mais madura.

O estrangeiro nao respondeu nada, so sorriu com uma sombra de pena, do que intrigado ate mais.

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