Sonho da sua serenidade

Abracei-a de costas e cumprimentei. A tia esteve obviamente no bom humor, pode julgar-se pelo fato que felizmente sorriu, e os seus olhos queimados com a faisca desobediente.

— Onde Mickey? — Inspecionei a cozinha, mas nao encontrei sinais da presenca do irmao mais novo.

— No quarto vivo — a tia acenou com cabeca em direcao a conducao de porta ao quarto principal. — Quando o dira, Nika?

— Como o imagina? Tem so quatro anos — conservo o irmao contra a realidade desta vida severa. Quando fica mais senior, entendera, e agora, deixe pensa que tudo e bom.

Sem esperar pela resposta da tia, passei ao quarto vivo e ao mesmo tempo vi o topo leve do irmao. Sentou-se na cadeira, e os dedos de maos apertaram os botoes na lista. Tinha tal olhada concentrada que sorri involuntariamente e sentou-se proximo.

— Boa manha, Mickey — o irmao transferiu os olhos castanhos para mim e so acenou com cabeca. Abracei-o para ombros e pressionei-me. — Explicam-me porque voce ainda nao a mesa?

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